A sociedade vive hoje uma intensa luta pela inclusão social, luta pelos direitos igualitários para que as crianças possam viver e conviver em igualdade com os seus colegas de classe e deixarem de ser excluídos como são atualmente. E como a educação é considerada o berço construtivo de uma sociedade, não se pode distanciar da inclusão educacional, construindo assim uma escola acessível e democrática, atendendo às necessidades educacionais especificas de cada aluno, principalmente do aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Todos os seres humanos nascem livres e são iguais em dignidade e direito. Na educação física, temos um fator importantíssimo para o trabalho da igualdade, da união e, principalmente, da socialização das crianças, que é a necessidade de trabalhar em grupo. Com isso, alem de fornecer a inclusão da criança nessa atividade, a socialização é estimulada, uma das principais dificuldades da criança com TEA.
A criança com TEA assim como outras crianças com outros tipos de deficiência é a que se diferencia das demais em uma ou mais das seguintes áreas de desenvolvimento:
- características intelectuais;
- aptidões sensoriais;
- características neuromusculares e corporais;
- comportamento emocional;
- aptidões de comunicação;
- múltiplas deficiências, até o ponto de justificar a modificação das práticas educacionais ou a criação de serviços de educação especial no sentido de desenvolver ao máximo suas capacidades.
A criança com TEA tem os direitos iguais aos de qualquer outra criança. Por isso, é fundamental, dentro de suas capacidades e limitações, adaptar uma educação física de qualidade para que possam desenvolver suas capacidades, que serão de suma importância para o desenvolvimento das habilidades motoras, comunicação, linguagem, flexibilidade mental e comportamental do ser humano como um todo. Isso refletirá na sua qualidade de vida quando adulto, no trabalho que irá executar, nas atividades da vida diária e em toda trajetória da sua vida.
A educação física com o Foco no Movimento.
Considerando que a educação física tem como foco o movimento do corpo humano, ou seja, o desenvolvimento motor, à medida que a habilidade física vai amadurecendo, a criança passa a desenvolver também conhecimento melhor do seu corpo, da sua forca, lateralidade e melhora do desenvolvimento psicomotor como um todo.
Além de favorecer o desenvolvimento psicomotor, a educação física na escola ajuda a criança a planejar estratégias, aprender regras proporcionando avanços diretamente na parte cognitiva e social da criança com autismo.
Muitos benefícios podem ser obtidos com ajustes na metodologia da educação física para autistas, para auxiliá-los na aprendizagem motora e no desenvolvimento de habilidades especificas que fazem parte da relação ensino-aprendizagem, levando em consideração o contexto social em que a criança esta inserida, ou seja, observação é fundamental.
A ligação entre educação física e educação especial se estreitou quando se passou a pensar na necessidade das pessoas com deficiência. Isso fez com que a ginástica meédica fosse substituída pela educação física adaptada, que assumiu algumas responsabilidades físicas especificas englobando também a educação física corretiva.
Somado a isso, a educação física como meio pedagógico apresenta contribuições relevantes para a criança com autismo que vão além do trabalho com o corpo. E independentemente do cognitivo, afetivo, psicomotor, sempre haverá uma resposta ao estimulo e método realizados.
A educação física é capaz de potencializar a socialização e a interação entre as crianças, fazendo com que desenvolvem sua consciência corporal mediante o próximo. Quando a criança aprende a compreender as emoções na educação física estruturada, ambientada e com materiais adequados, as dificuldades de compreensão do aspecto emotivo no que diz respeito à interação social podem ser amenizadas.
O desenvolvimento da aprendizagem da criança com TEA é lento e gradativo. Cabe ao professor adequar o seu sistema de ensino para esse aluno, observando a coordenação motora ampla, fina e visomotora, percepção, imitação, performance cognitiva, cognição verbal e as áreas de relacionamento como: afeto, interesse por materiais, respostas sensoriais, linguagem verbal e não verbal.
Assim, a educação física pode estabelecer relação importante entre a aprendizagem funcional e natural, dependendo de como o professor explora as atividades desenvolvidas com a criança com TEA. O profissional desta área deve utilizar atividades baseadas no que a criança gosta, não impondo algo que ela nunca teve contato e não gosta, mas sim acrescentando-as gradativamente conforme a criança for se adaptando.
O uso de locais com muitos estímulos visuais e auditivos pode atrapalhar a concentração, prejudicando a atividade física, logo devem ser evitados. As atividades devem respeitar a idade cronológica, devem apresentar sequencia, inicio, meio e fim, apresentar circuito com obstáculos, transposição de objeto, mudança de direção, equilíbrio dinâmico e estático, saltos, lançamentos, jogos de bolas, ajudando na aquisição das habilidades motoras.
O profissional de educação física não pode dar ênfase ao aprendizado dos movimentos, mas sim na utilização com meio para alcançar os objetivos propostos, e lembrar que para uma intervenção de qualidade é necessária uma avaliação motora com triagem, diagnostico e prescrição. Uma avaliação especifica deve ser feita adaptando e oferecendo atendimento especializado de acordo com as habilidades e possibilidades de cada criança, visando proporcionar o desenvolvimento de suas potencialidades, como também sua interação na sociedade.
Diversas ferramentas pedagógicas podem ser usadas para colaborar com o avanço da criança autista. O brincar é uma possibilidade pedagógica encontrada dentro da diversão e conteúdo da educação física, colaborando, assim, diretamente ao desenvolvimento da criança com TEA.
O planejamento de aulas, materiais e local adequado não é o suficiente para alcançar os objetivos desejados. É necessário que o profissional tenha boa desenvoltura de estratégias levando em consideração adaptações necessárias, que seja companheiro e ajude a criança a superar suas dificuldades.
Os jogos com regras fazem parte da evolução normal das crianças, e a criança com TEA pode estacionar em fases que não correspondem à sua idade cronológica; diante disso, o educador físico deve pensar em estratégias de jogo que possam dar inicio a partir da fase que a acriança se encontra, auxiliando em sua evolução naturalmente e explorando todo potencial existente nessa criança.
Os jogos podem ser classificados de diferentes formas, de acordo com o critério adotado. Vários autores se dedicaram ao estudo do jogo, entretanto, Piaget elaborou uma “classificação genética baseada na evolução das estruturas”.
Os jogos simbólicos aparecem predominantemente entre dois e seis anos de idade, com função de produzir satisfação do “eu” por meio de transformação real, de acordo com os desejos, ou seja, assimilar a realidade e ensinar a criança a lidar com o mundo a sua volta, formando sua personalidade. Esse jogo de faz de conta possibilita à criança a realização de sonhos, fantasias, revela conflitos, medos e angustias, alivia tensões e frustrações, colocando-se num universo simbólico.
A partir dos sete anos de idade, o principal progresso que há em relação ao anterior é o desenvolvimento da capacidade que a criança tem de substituir um objeto, uma ação, situação ou pessoa por símbolos ou palavras. Isso significa que a inteligência da criança se torna capaz de usar esquemas simbólicos ou representacionais. Nesse novo processo surge a nova capacidade de imitação, processo que viabiliza e assimila a realidade do próprio “EU”.
A atividade física esta intimamente relacionada ao esporte, independente da forma que é apresentada e organizada. Sabe-se que o esporte tem regras, uniformes, medalhas, troféus, e que na atividade física escolar, jogo e esporte são inseparáveis. Desse modo, o esporte também pode fazer parte da vida de uma criança com autismo, dependendo do suporte e adaptação fornecidos para inclusão deste, podendo este ser individual ou coletivo.
Atualmente, temos grandes atletas mundiais com ótima performance que, mesmo com diagnostico de TEA, conseguem competir e praticar atividades esportivas como qualquer outra pessoa.
Muitas crianças, inclusive, têm o esporte ou na atividade física especifica como uma das áreas de interesse restrito, que faz parte dos critérios diagnósticos do TEA. E muitas pessoas também acreditam na importância de reconhecer esses interesses nas crianças com autismo.
Independente do tipo de esporte escolhido, poder-se integrar a criança de acordo com suas habilidades. É muito importante verificar se os professores e terapeutas estão em contato uns com os outros com objetivo de integrar as atividades sociais, acadêmicas e físicas, ajudando a minimizar os sintomas cognitivos e sensoriais das crianças.
Mesmo que a criança não esteja pronta para um esporte de equipe, não significa que possa aprender alguns princípios básicos – fazendo um gol, pegar uma bola etc. incentivar, acreditar e lutar podem ser um bom caminho para melhor qualidade de vida dessa criança. É preciso considerar os três aspectos relativos aos jogos desportivos coletivos: a imprevisibilidade (ações que nunca se repetem), a criatividade (não fazer somente o óbvio) e a complexidade (em que devemos considerar os diversos elementos inerentes à pedagogia do esporte). O esporte pode contemplar o contexto mercadológico, entretanto, qualquer que seja a motivação, do praticante, a sua natureza será sempre educacional.
Os esportes em geral, principalmente os individuais, atuam no desenvolvimento da personalidade da criança, pois exigem melhor preparação psicológica para a sua prática. Auxiliam no desenvolvimento de potenciais de confiança, perseverança, motivação intrínseca e segurança, exigindo, assim, níveis variados de disciplina que conduzam a comportamentos adequados, que permitam sua movimentação em grupos sociais distintos.
Desse modo, a educação física e o esporte apresentam importante função quando se fala de TEA, podendo ajudar na melhoria da qualidade de vida das crianças, visando principalmente a uma trajetória de sucesso na vida adulta.
Matéria de Anselmo Franco.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Fascite Plantar.
Sente dor na sola do pé ? Cuidado, pode ser
a temida Fascíte Plantar
a temida Fascíte Plantar
Você toca o chão ao se levantar e sente aquela dorzinha na sola dos pés. A sensação de ter pisado em um alfinete ou e tomar um pequeno choque elétrico é o primeiro sinal da fascite plantar, inflamação ocasionada por microtraumatismos de repetição na espessa estrutura fibrosa que vai do osso do calcanhar até a base dos dedos, chamada fáscia plantar. A dor, evidente pela manhã, pode aparecer também depois de um tempo sentado ou breves descansos. A fascíte plantar ocorre quando a pele grossa que liga o calcanhar ao dedão do pé fica irritada, inflamada ou dolorosa. A patologia tem como uma das causas microtraumas repetidos na fáscia na tuberosidade plantar medial do calcâneo. Assim, a cada passo dado pelo paciente, a fáscia é tensionada gerando micro rupturas, inflamação e dor.
Alguns fatores que causam a fascite plantar:
- Alterações no arco do pé (pé plano e pé cavo são muito mais vulnerável à lesão)
- Tipo de pé e pisada;
- Desequilíbrios musculares e articular do pé;
- Excesso de peso;
- Calçados inadequados e desconfortáveis;
- Corridas de longa distância;
- Sobrecarga, erro de treinamento para corridas e esportes
- Longas caminhadas sem preparação;
- Trabalhar muito período de tempo em pé;
- Alterações no arco do pé (pé plano e pé cavo são muito mais vulnerável à lesão)
- Tipo de pé e pisada;
- Desequilíbrios musculares e articular do pé;
- Excesso de peso;
- Calçados inadequados e desconfortáveis;
- Corridas de longa distância;
- Sobrecarga, erro de treinamento para corridas e esportes
- Longas caminhadas sem preparação;
- Trabalhar muito período de tempo em pé;
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Importância de Brincar
O brincar é uma das formas mais comuns do comportamento humano, principalmente durante a infância. Mais do que uma "ferramenta", o brincar é uma condição essencial para o desenvolvimento da criança.
É através do brincar que ela pode desenvolver capacidades importantes como a atenção, a memória, a imitação, a imaginação... O brincar potencializa o desenvolvimento, já que assim a criança aprende a conhecer, aprende a fazer, aprende a conviver e, sobretudo, aprende a ser. Para além de estimular a curiosidade, a autoconfiança e a autonomia, proporciona o desenvolvimento da linguagem, do pensamento, da concentração e da atenção. Valorizamos muito o brincar, reconhecemos sua importância no desenvolvimento da criança e, por isso, estamos preparando um espaço totalmente voltado para isso.
Bambolim
domingo, 7 de dezembro de 2014
Recreação Aquática.
O homem ao estar no meio aquático permite a explorar, de forma lúdica, uma prática corporal, resultando em prazer e satisfação, sendo assim, excelente opção de atividades recreativas.
O recreador depara-se, na sua vida profissional, com piscinas e complexos aquáticos em duas diversas áreas de atuação. Até meados de 1980, as piscinas eram construídas, quase que de forma exclusiva, à prática dos desportos aquáticos, como a natação e o pólo aquático. Atualmente as piscinas são programadas para a prática desportiva e às atividades de lazer. Ofertar as atividades recreativas e gerar o prazer do ser humano em contato com a água caracteriza papéis fundamentais da atuação profissional do recreador. A Recreação Aquática também visa o desenvolvimento físico do praticante, mas seu objetivo principal é a prática de uma atividade que vislumbra a ludicidade, e não o treinamento das capacidades físicas. |
O profissional do lazer deverá adequar as atividades ao ambiente aquático, estando atento a alguns detalhes importantes. Aí são eles:
1. Adaptação do jogo com relação à faixa etária;
2. A profundidade da piscina poderá ser um fator limitante de deslocamento;
3. Certificar-se da segurança que a piscina proporcionará aos participantes como pisos
escorregadios, por exemplo;
4. Ter conhecimentos básicos em primeiros socorros para casos emergenciais;
5. Atenção e Segurança são palavras chaves do profissional aquático;
6. Dividir as equipes de forma homogênea, mantendo equilibradas;
7. Conhecer as regras dos jogos de forma precisa;
8. Explicações breves e objetivas;
Atuar como recreador aquático requer estudos e muita criatividade, adaptar as atividades para as piscinas são para profissionais competentes. E aí vai encarar?
1. Adaptação do jogo com relação à faixa etária;
2. A profundidade da piscina poderá ser um fator limitante de deslocamento;
3. Certificar-se da segurança que a piscina proporcionará aos participantes como pisos
escorregadios, por exemplo;
4. Ter conhecimentos básicos em primeiros socorros para casos emergenciais;
5. Atenção e Segurança são palavras chaves do profissional aquático;
6. Dividir as equipes de forma homogênea, mantendo equilibradas;
7. Conhecer as regras dos jogos de forma precisa;
8. Explicações breves e objetivas;
Atuar como recreador aquático requer estudos e muita criatividade, adaptar as atividades para as piscinas são para profissionais competentes. E aí vai encarar?
Jogo do Bob esponja
Objetivo: Adaptação ao meio líquido e desenvolvimento da coordenação motora global.
Materiais: Esponjas e duas tigelas.
É um jogo de estafetas. O grupo é dividido em duas equipes, sendo-as dispostas em colunas. O primeiro jogador deverá estar com uma esponja na mão, posicionado de frente à uma tigela que estará na borda da piscina. Ao sinal do recreador, o jogador levará a esponja molhada até a tigela, apertando-a e desejando toda a água nela contida. Passa-se a esponja para o próximo jogador, e assim sucessivamente.
Quando todos os jogadores das equipes passarem pela esponja, verifica-se qual tigela tem mais água. E assim declara-se a vencedora. Como variação pode utilizar as camisetas ao invés das esponjas.BATATA-QUENTE AQUÁTICA
Objetivo: Desenvolvimento da coordenação motora global e atenção.
Materiais: Touca de Pano, aparelho de som e cds com músicas animadas.
Os jogadores dispostos numa grande roda. Ao inicio da música, o jogador que estiver com a touca, deverá tirá-la e colocá-la na cabeça do colega que estiver ao lado direito, e assim sucessivamente.
Quando parar a música o jogador que estiver com a touca nas mãos deverá cumprir uma tarefa escolhida pela turma.
Moedas Aquáticas
Objetivo: Despertar o raciocínio lógico. Desenvolver a respiração submersa e mergulho.
Materiais: Moedas de diferentes valores e óculos de natação.
Divide-se o grupo em duas equipes. As mesmas estarão dispostas fora da piscina. O recreador deverá lançar na piscina moedas de diferentes valores. Ao sinal de início, o primeiro jogador deverá mergulhar e buscar a maior soma dos valores das moedas num tempo de 45 segundos. Ao término de cada jogador faz-se a contagem dos valores e lança novamente as moedas à piscina.
Todos os jogadores passarão por essa fase. E no final dá a somatória em dinheiro de cada equipe, sendo vencedora a que contém maior valor conquistado.
A Múmia
Objetivo: Desenvolver a coordenação motora e o equilíbrio.
Materiais: Dois lençóis
Os jogadores estarão dispostos em duas colunas. Cada equipe, em média com 6 ou 8 jogadores, escolherá um jogador para se a múmia, que estará enrolada dos pés ao peito com um lençol. Os demais componentes têm a função de levar a múmia até o outro lado do campo de jogo.
A múmia estará deitada em decúbito dorsal (barriga para cima) sobre os colegas, e não pode ser molhada. Ganhará a equipe que conseguir chegar primeiro e com a múmia seca.
Garçom de toboágua
Objetivo: Visa o desenvolvimento do equilíbrio e velocidade.
Materiais: Piscina com toboágua, bandejas, copos de plásticos, medidor de água em ml, papel em branco e caneta.
Ao sinal de início, o participante deverá escorregar pelo toboágua segurando nas mãos uma bandeja com copos (de plásticos) cheios de água. Vence o jogo quem chegar à piscina com a maior quantidade de água nos copos.
Tiago Silva (Paçoca) Educador Físico
Fonte - Portal da Educação Física
Jogos Cooperativos
Os jogos cooperativos surgiram da preocupação com a excessiva valorização dada ao individualismo e à competição exacerbada, na sociedade moderna, mais especialmente, na cultura ocidental. Considerada como um valor natural e normal da sociedade humana, a competição tem sido adotada como uma regra em praticamente todos os setores da vida social, temos competido em lugares, como pessoas e em momentos que não precisaríamos, e muito menos deveríamos. Agimos assim como se essa fosse a única opção.
Qual será o motivo que nos tem levado a competir em momentos que não precisamos?
Hoje, já sabemos que tanto cooperação quanto competição são comportamentos ensinados/aprendidos através das diversas formas de relacionamento humano.
O que falta é uma nova postura do educador, treinador, ou seja, das pessoas significativas na vida das crianças, pois sabemos que só haverá uma mudança se as pessoas que são significativas na vida das crianças mudarem a forma de como oferecem os jogos. Pois parece que, se falo de jogo, tenho que falar de competição, criando erroneamente uma relação de sinonímia entre as palavras.
Muitas pessoas inclusive acreditam que a graça do jogo está na competição, quando sabemos que para a criança, tanto faz competir ou cooperar, o que ela quer é se divertir.
Acho que os dois (cooperação/competição) devem fazer parte da vida. Só devemos nos preocupar como passamos esse jogo, se colocarmos que vencer é a única coisa que importa, que não interessam os meios que se usem, então estaremos reforçando a cultura competitiva que nos cerca.
Se, ao contrário, mostrarmos que a pessoa é mais importante que o jogo, estaremos fazendo a nossa parte, num movimento de transformação real, tentando tornar o mundo um lugar melhor.
Os jogos cooperativos são jogos com uma estrutura alternativa, onde os participantes, "jogam uns com os outros, ao invés de uns contra os outros"
(Decore)
Joga-se para superar desafios e não para derrotar os outros, joga-se para se gostar do jogo, pelo prazer de jogar. São jogos onde o esforço cooperativo é necessário para se atingir um objetivo comum e não para fins mutuamente exclusivos.
Tendo os jogos como um processo, aprende-se a reconhecer a própria autenticidade e a expressá-la espontânea e criativamente. Jogando cooperativamente temos a chance de considerar o outro como um parceiro, um solidário, em vez de tê-lo como adversário, operando para interesses mútuos e priorizando a integridade de todos.
Os jogos cooperativos são jogos de compartilhar, unir pessoas, despertar a coragem para assumir riscos, tendo pouca preocupação com o fracasso e o sucesso em si mesmos. Eles reforçam a confiança pessoal e interpessoal, uma vez que, ganhar e perder são apenas referências para o contínuo aperfeiçoamento de todos. Dessa forma os jogos cooperativos resultam no envolvimento total, em sentimentos de aceitação e vontade de continuar jogando.
Na realidade, existe uma aproximação muito estreita entre jogar cooperativamente. Dependendo da orientação, da intenção e nas relações estabelecidas no contexto do jogo, este poderá ser predominante cooperativo ou competitivo tendo em geral, a presença de ambos.
O esforço em caracterizar comparativamente jogos cooperativos e jogos competitivos, não tema a intenção de opor um ao outro. Ao contrário, essa dedicação visa primeiramente, ampliar nossa percepção sobre as dimensões que o jogo e o esporte nos oferecem como campo de vivência humana. E, em segundo lugar pretende indicar que nos jogos e esportes, bem como na vida, existem alternativas para jogar além das formas de competição, usualmente sugeridas como única ou a melhor maneira de jogar e viver.
Após tudo isto, ao reconhecermos o jogo e o esporte como um campo de descoberta e encontro pessoal onde cooperação e competição são partes de um todo existindo cada qual em sua justa medida nos tornemos capazes de não mais separar para excluir, e sim, aptos para descobrir e despertar competências pessoais e coletivas que colaborem para religar uns aos outros e vivermos em comum unidade.
Carmem Regina Bastiani - Profª. Ed. Física
Qual será o motivo que nos tem levado a competir em momentos que não precisamos?
Hoje, já sabemos que tanto cooperação quanto competição são comportamentos ensinados/aprendidos através das diversas formas de relacionamento humano.
O que falta é uma nova postura do educador, treinador, ou seja, das pessoas significativas na vida das crianças, pois sabemos que só haverá uma mudança se as pessoas que são significativas na vida das crianças mudarem a forma de como oferecem os jogos. Pois parece que, se falo de jogo, tenho que falar de competição, criando erroneamente uma relação de sinonímia entre as palavras.
Muitas pessoas inclusive acreditam que a graça do jogo está na competição, quando sabemos que para a criança, tanto faz competir ou cooperar, o que ela quer é se divertir.
Acho que os dois (cooperação/competição) devem fazer parte da vida. Só devemos nos preocupar como passamos esse jogo, se colocarmos que vencer é a única coisa que importa, que não interessam os meios que se usem, então estaremos reforçando a cultura competitiva que nos cerca.
Se, ao contrário, mostrarmos que a pessoa é mais importante que o jogo, estaremos fazendo a nossa parte, num movimento de transformação real, tentando tornar o mundo um lugar melhor.
Os jogos cooperativos são jogos com uma estrutura alternativa, onde os participantes, "jogam uns com os outros, ao invés de uns contra os outros"
(Decore)
Joga-se para superar desafios e não para derrotar os outros, joga-se para se gostar do jogo, pelo prazer de jogar. São jogos onde o esforço cooperativo é necessário para se atingir um objetivo comum e não para fins mutuamente exclusivos.
Tendo os jogos como um processo, aprende-se a reconhecer a própria autenticidade e a expressá-la espontânea e criativamente. Jogando cooperativamente temos a chance de considerar o outro como um parceiro, um solidário, em vez de tê-lo como adversário, operando para interesses mútuos e priorizando a integridade de todos.
Os jogos cooperativos são jogos de compartilhar, unir pessoas, despertar a coragem para assumir riscos, tendo pouca preocupação com o fracasso e o sucesso em si mesmos. Eles reforçam a confiança pessoal e interpessoal, uma vez que, ganhar e perder são apenas referências para o contínuo aperfeiçoamento de todos. Dessa forma os jogos cooperativos resultam no envolvimento total, em sentimentos de aceitação e vontade de continuar jogando.
Na realidade, existe uma aproximação muito estreita entre jogar cooperativamente. Dependendo da orientação, da intenção e nas relações estabelecidas no contexto do jogo, este poderá ser predominante cooperativo ou competitivo tendo em geral, a presença de ambos.
O esforço em caracterizar comparativamente jogos cooperativos e jogos competitivos, não tema a intenção de opor um ao outro. Ao contrário, essa dedicação visa primeiramente, ampliar nossa percepção sobre as dimensões que o jogo e o esporte nos oferecem como campo de vivência humana. E, em segundo lugar pretende indicar que nos jogos e esportes, bem como na vida, existem alternativas para jogar além das formas de competição, usualmente sugeridas como única ou a melhor maneira de jogar e viver.
Após tudo isto, ao reconhecermos o jogo e o esporte como um campo de descoberta e encontro pessoal onde cooperação e competição são partes de um todo existindo cada qual em sua justa medida nos tornemos capazes de não mais separar para excluir, e sim, aptos para descobrir e despertar competências pessoais e coletivas que colaborem para religar uns aos outros e vivermos em comum unidade.
Carmem Regina Bastiani - Profª. Ed. Física
Abaixo mais tipos de jogos e recreação
Melanciabol
Para crianças acima de 06 anos até adultos, diria principalmente adultos ,hehe. Como um jogo de polo-aquático, dois times, ter o cuidado para ninguém levantar a melancia, o objetivo é ir empurrando ela pra frente, ou através de passes até enconchar na borda da piscina, onde toda parede serve de gol. Por causa da densidade da melancia, ela às vezes mergulha, "some" e aparece do nada em outro lugar...é super divertido. Quem aqui já fez essa brincadeira? Pode-se passar vaselina na melancia para que a brincadeira fique mais divertida ainda. Ou pode-se usar uma bola com água dentro no lugar da melancia.
Procurando Nemo
Funciona da seguinte maneira: 2 alunos formam uma casinha (segurando um nas mãos do outro /^\) e um 3º sujeito fica no meio (/ô\). Não será feito um número exato de casinhas, ou seja, alguns alunos terão que sobrar. Assim que o professor falar: "Nemo procura casa", os que estão dentro das casinhas (Nemos) terão que trocar de casa e os que estavam sem casa tem que procurar alguma. Quem sobrar paga uma prenda, tal como: polichinelos, imitar um gorila ou elefante, entre outros.
Variações:
- O professor pode falar: "Casa procura Nemo". Nesse momento os Nemos ficam parados e as casinhas trocam de Nemo. O Nemo que sobrar paga prenda.
- Quando o professor falar TSUNAMI, toda mundo troca de lugar. Nemo vira casa, casa vira Nemo, trocam-se os trios.. é bem bacana.
OBS: Também dá super certo com crianças de 11 a 14 anos. Eles se divertem muito.
Essa atividade é uma adaptação do Coelhinho sai da toca.
Variações:
- O professor pode falar: "Casa procura Nemo". Nesse momento os Nemos ficam parados e as casinhas trocam de Nemo. O Nemo que sobrar paga prenda.
- Quando o professor falar TSUNAMI, toda mundo troca de lugar. Nemo vira casa, casa vira Nemo, trocam-se os trios.. é bem bacana.
OBS: Também dá super certo com crianças de 11 a 14 anos. Eles se divertem muito.
Essa atividade é uma adaptação do Coelhinho sai da toca.
Brincadeira Jogando as Bolas...
Duas equipes. Divida a piscina em duas, com a raia, cada equipe de uma lado da raia...bem aí vc coloca quem tem mais adaptação do lado mais fundo e quem tem menos adaptação, do lado mais raso.
Espalhe várias bolas dos dois lados...mas tem que ter bastante bolas, vc pode por algum outro objeto, mas que não machuque ninguém se cair na cabeça, eu ainda prefiro por só as bolas.
No comando do professor todos começam a jogar as bolas do lado adversário, no apito do professor todos páram, todos tem que erguer os braços, daí, o lado que tiver menos bolas marca ponto. Faça várias vezes até sair um vencedor...
Duas equipes. Divida a piscina em duas, com a raia, cada equipe de uma lado da raia...bem aí vc coloca quem tem mais adaptação do lado mais fundo e quem tem menos adaptação, do lado mais raso.
Espalhe várias bolas dos dois lados...mas tem que ter bastante bolas, vc pode por algum outro objeto, mas que não machuque ninguém se cair na cabeça, eu ainda prefiro por só as bolas.
No comando do professor todos começam a jogar as bolas do lado adversário, no apito do professor todos páram, todos tem que erguer os braços, daí, o lado que tiver menos bolas marca ponto. Faça várias vezes até sair um vencedor...
O mestre mandou
Essa brincadeira deverá ser feita na parte rasa apenas. Distribua os alunos em 3 ou 4 colunas, mais ou menos cinco pessoas em cada coluna. Peça para as pessoas olharem quem está à sua volta, à sua direita, esquerda, à frente, e à trás.
Daí peça para todos fecharem os olhos.
Comece então à guiá-los:
Um passo, à frente, dois à direita, uma para trás, meia volta à sua esquerda...vai fazendo vários movimentos, vai falando mais rápido...daí peça à todos para abrirem os olhos...
E veja a surpresa!!! Tudo bagunçado, tudo misturado, sem contar as trombadas que tiveram...hehehe
Daí peça para todos fecharem os olhos.
Comece então à guiá-los:
Um passo, à frente, dois à direita, uma para trás, meia volta à sua esquerda...vai fazendo vários movimentos, vai falando mais rápido...daí peça à todos para abrirem os olhos...
E veja a surpresa!!! Tudo bagunçado, tudo misturado, sem contar as trombadas que tiveram...hehehe
Marco Polo
Está brincadeira é pra faixa etária de 5 anos até pra adulto se quiser.
O professore cobre a lente do óculos de natação com fita isolante preta (tipo cobra cega), escolhe um aluno pra ser o pegador, coloca o óculos e pra saber onde esta os outros amigos o pegador tem que perguntar MARCO e os outros responder POLO, através do som ele nada até pegar alguém e transfere o óculos pra quem for pego, o pegador pode perguntar quantas vezes quiser e todos tem que responder.
Coelhinho sai da toca
O grupo deve ser divididos em trios, sendo que dois integrantes ficarão um de frente pro outro, de mãos dadas(toca), e o outro integrante dentro da "toca".
Forma-se vários trios, e apenas uma pessoa ficará sem grupo, e esse dará a voz de comando: COELHINHO, SAI DA TOCA!!!
Nessa hora todos os "coelhinhos" sairão da sua formação, procurando uma nova toca(não pode repetir a toca), e aquele que deu a voz de comando, entrará em uma toca, o que sobrar dará a nova voz de comando: COELHINHO, SAI DA TOCA!!!
Variação, com a voz de comando: TOCA, SAI DO COELHINHO!!!
Nessa hora os coelhinhos ficam imóveis, e as "tocas" que serão trocadas, de parceiros e novo "coelho". Quem sobrar, falará a próxima vez.
Mais uma variação, com a voz de comando: TERREMOTO!!!
Nessa hora, todos sairão da sua formação, construindo, novas "tocas" e novos "coelhinhos" dentro delas. Quem sobrar que falará a próxima vez.
Mãe da rua
Um aluno é escolhido para ficar fora da piscina, na largura, os demais, dentro da água, no comprimento, próximos a parede, metade de cada lado.
No comando do professor, esse aluno, que está fora da água, mergulha, e todos os demais deverão trocar de lado, o primeiro a ser pego, será o próximo pegador...fazer várias vezes.
Caça-números
Distribua vários números de E.V.A de um lado da piscina. Realiza-se uma conta ex:15x5=?; dado o sinal o primeiro de cada equipe irá buscar o resultado, vence quem chegar primeiro e com o resultado certo.
Pega Rabo
Material: construir tiras de qualquer material como tiras de couro,plástico, algo maleável para que sirva de rabo .
Duração: Costumo dar esta brincadeira nos últimos 5-10' da aula de hidroginástica , podendo ser dada em eventos, com premiações.
Objetivo: da brincadeira é que cada um tente "roubar" o rabinho do outro ao mesmo tempo que preserva o seu.
Parte Prática: Distribuir os "rabinhos"para cada participante. Todos devem colocar seus rabinhos atrás no biquíni ou calção.
Os alunos devem estar afastados uns dos outros e ao sinal devem tentar tomar para si o rabinho dos outros. O participante que perder o seu tem ainda direito de tentar pegar o do outro para que a brincadeira não tome muito tempo.Quem ficar por último com o rabinho será o campeão. Geralmente faço esta brincadeira por 3 rodadas pois as alunas adoram independente da faixa etária.Caso tenha bastante tempo , o professor pode acrescentar a regra de que aquele que pegar o do outro e se tiver perdido o seu , pode recolocar o rabinho que "roubou".
Duração: Costumo dar esta brincadeira nos últimos 5-10' da aula de hidroginástica , podendo ser dada em eventos, com premiações.
Objetivo: da brincadeira é que cada um tente "roubar" o rabinho do outro ao mesmo tempo que preserva o seu.
Parte Prática: Distribuir os "rabinhos"para cada participante. Todos devem colocar seus rabinhos atrás no biquíni ou calção.
Os alunos devem estar afastados uns dos outros e ao sinal devem tentar tomar para si o rabinho dos outros. O participante que perder o seu tem ainda direito de tentar pegar o do outro para que a brincadeira não tome muito tempo.Quem ficar por último com o rabinho será o campeão. Geralmente faço esta brincadeira por 3 rodadas pois as alunas adoram independente da faixa etária.Caso tenha bastante tempo , o professor pode acrescentar a regra de que aquele que pegar o do outro e se tiver perdido o seu , pode recolocar o rabinho que "roubou".
Pode-se também contar pontos: Quem roubar mais rabinhos vence o jogo.
Observação: Esta brincadeira é muito boa para descontração em dias monótonos de aula e no Deep Water é capaz de elevar muito a frequência cardíaca das alunas, sendo um trabalho adicional em condicionamento . Mas evite fazer a mesma brincadeira no mesmo mês. Pode cair na monotonia. Esperamos por sua idéia também , obrigada ! Profa.Diana Primo
Observação: Esta brincadeira é muito boa para descontração em dias monótonos de aula e no Deep Water é capaz de elevar muito a frequência cardíaca das alunas, sendo um trabalho adicional em condicionamento . Mas evite fazer a mesma brincadeira no mesmo mês. Pode cair na monotonia. Esperamos por sua idéia também , obrigada ! Profa.Diana Primo
Treinamento Funcional para Crianças e Adolescentes.
O treinamento funcional é excelente para crianças
Atualmente se observa um significativo aumento do peso médio da população jovem e dos casos de obesidade na infância e na adolescência. Esse crescimento está muitas vezes relacionado à falta da prática de atividades físicas.
Grande parte dessas crianças e adolescentes reside em condomínios e faz apenas os exercícios das aulas de Educação Física do colégio. São cada vez mais raras as brincadeiras de rua, como pega-pega e esconde-esconde, com as quais se queimam muitas calorias. A maior parte do tempo livre é gasta com jogos de computador, videogame e televisão. Hábitos que vão promovendo cada vez mais o sedentarismo. Com isso, a criança consome menos energia e se torna uma candidata à obesidade. Portanto, desde pequena, a criança deve ser incentivada a ter uma vida mais ativa.
Quando se fala em atividades físicas para crianças e adolescentes, logo vêm à mente as atividades coletivas como futebol, vôlei e natação. Mas está cada vez mais comum a prática da musculação para essa faixa etária. Vários estudos científicos mostram que a musculação traz benefícios para crianças e adolescentes quando bem orientada. Especialistas da área já seguem a tendência, e algumas academias possuem profissionais e ambiente adequado para recebê-los.
Na academia, o objetivo da musculação para esse público não é ganhar massa muscular, por isso as atividades são conduzidas com pouca carga e mais repetições. Além da musculação, as crianças e os adolescentes fazem circuitos diferentes, jogos de desafio e treinamento funcional, em que a carga utilizada é a do seu próprio corpo.
O treinamento funcional é excelente para crianças. Por meio dele é possível explorar diversas habilidades, focando o desenvolvimento da coordenação, o equilíbrio, a agilidade, a resistência, a mobilidade articular e, principalmente, o gasto de energia. A grande variedade de exercícios e os constantes desafios proporcionados durante a aula aumentam ainda mais o interesse e o estímulo do aluno. Atividades como correr, pular, deslocar e saltar, utilizando materiais como bolas, cordas e barreiras são trabalhadas de forma lúdica e prazerosa, impedindo que o treino se torne cansativo e monótono.
Todos nós sabemos dos benefícios de uma vida ativa, que são ainda maiores durante as fases mais importantes para o desenvolvimento de nosso corpo e personalidade: a infância e a adolescência. Quanto mais cedo as crianças adquirirem hábitos saudáveis, mais facilmente esses hábitos se incorporarão a suas vidas. Praticar atividades físicas regularmente é um hábito fundamental para o desenvolvimento intelectual da criança e do adolescente, favorecendo melhor desempenho escolar e maior convívio social. Treinamento Funcional quero conteúdo.
Benefícios do Treinamento Funcional para Corredores.
O treinamento funcional se apoia nos princípios básicos do treinamento desportivo e apresenta uma grande variedade de movimentos que pode ajudar o corredor em sua performance e também para evitar lesões. Tanto o corredor profissional quanto o amador terão os seguintes benefícios com o treino funcional:
Texto do Treinamento Funcional quero conteúdo.
- Melhora da manutenção da postural durante o percurso;
- Melhora da biomecânica da passada resultando em economia de energia;
ganho de força, flexibilidade e equilíbrio auxiliando na diminuição de lesões comuns na corrida. - Ativação da musculatura estabilizadora e posteriormente a 'movimentadora' dando grande ênfase no centro do corpo (CORE – Complexo lombo-pélvico, quadril.
- Trabalha as extremidades como braços e pernas, ao contrário da maioria dos exercícios convencionais
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